Parceria

UBI – Universidade da Beira Interior. O seu nascimento deu-se em 1973 com a criação do Instituto Politécnico da Covilhã que, em 1986, se converteria em Universidade da Beira Interior (UBI). A instituição conta, atualmente, com mais de 30 cursos de licenciatura/mestrado integrado, cerca de 40 cursos de 2º ciclo/mestrado e cerca de 25 cursos de 3º ciclo/doutoramento, distribuídos por 5 faculdades: Ciências, Engenharia, Ciências Sociais e Humanas, Artes e Letras e Ciências da Saúde. As suas instalações e laboratórios estão localizados quer em edifícios contemporâneos, quer em edifícios históricos da Covilhã, recuperados e adaptados às necessidades do ensino, da investigação, da inovação e do empreendedorismo. É uma instituição em evidente expansão que recebe, anualmente, mais de 7000 alunos de todo o país, bem como alunos de dezenas de outras nacionalidades, nomeadamente de Países de Língua Oficial Portuguesa e da América Latina. A instituição permanece no ranking das 800 melhores universidades do mundo desde 2017, publicado anualmente pela Times Higher Education.

AND – Associação Nacional de Designers. Associação pública e instituição representativa do design e dos designers em Portugal e no estrangeiro, com o objetivo de promover o desenvolvimento do design e dos designers em Portugal e no estrangeiro, nos diferentes ramos de atividades sociais, culturais e económicos, atuando junto das autoridades administrativas, governamentais, empresariais e outras, no sentido de contribuir e reforçar o âmbito e importância da profissão. A AND tem reforçado a sua missão em prol da defesa e promoção da cultura do design, através de várias parcerias que tem estabelecido com outras associações e instituições de design a nível nacional e internacional como são os exemplos da READ – Red española de associaciones de diseño, ICSID – International Council of Societies of Industrial Design, iF International Forum Design, Red Dot, Design Council, ADI – Associazione per il Disegno Industriale entre outras associações e instituições, assim como o apoio consultivo aos seus associados. Durante estes últimos anos tem vindo a organizar ou a apoiar um conjunto de eventos, exposições, congressos, concursos, publicações e outras atividades, com o desígnio de promover uma efetiva cultura do design em Portugal.

APD – Associação Portuguesa de Designers. A mais antiga associação profissional de Designers, fundada em 1976, representando-os e difundindo o seu trabalho a nível nacional e internacional e proporcionando informação sobre projetos, programas de apoio e outros mecanismos e incentivos ao design, à inovação e à criatividade. A APD é uma associação sem fins lucrativos que assume a missão de difundir a cultura do design a todos os níveis: valorização do contributo económico para as empresas e a economia; favorecer a sua capacidade de aumentar o bem-estar das populações e dos indivíduos; assegurar a criação do novo, renovação do existente e invenção de futuro; promover o potencial de preservação e proteção ambiental; e, sobretudo, impulsionar a permanente integração do Design nos processos de geração de conhecimento em cooperação com outras disciplinas científicas e tecnológicas.

AEBB – Associação Empresarial da Beira Baixa. Associação Empresarial de utilidade pública, sem fins lucrativos, com mais de 30 anos de atividade numa área de intervenção que abrange 11 concelhos localizados nas NUT III Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela e Médio Tejo. Tem como desígnio apoiar a competitividade empresarial e dinamizar estratégias de crescimento, de modo a assegurar uma participação cada vez maior em matéria decisiva e programática, no que diga respeito às empresas e à região. Para tal, trabalha segundo uma estratégia de proximidade e cooperação, que visa tornar o tecido empresarial e a região cada vez mais competitivos, bem como economicamente e socialmente mais sustentáveis. A atuação da AEBB tem sido pautada pela prestação de serviços de elevada e distinta qualidade, afirmando-se como uma Associação de excelência no apoio ao tecido empresarial local. Ao longo dos seus anos de atividade organiza, de forma autónoma ou em parceria, várias iniciativas de âmbito regional, destacando-se a realização do I Congresso Empresarial da Beira Baixa (2017) e do I Fórum Empresarial da Beira Baixa (2019).  Em março de 2021 foi também homenageada com Medalha de Ouro pelo Município de Castelo Branco.

AECBP – Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor. Associação privada de empresários, sem fins lucrativos, com sede na Covilhã e uma área de intervenção que abrange os concelhos de Covilhã, Belmonte e Penamacor. A sua missão passa por representar, defender, promover e apoiar, de forma independente, os negócios dos seus associados, empresas ou empresários em nome individual, independentemente do seu setor de atividade. A Associação pauta-se por princípios de credibilidade, isenção e transparência, ao mesmo tempo que ambiciona contribuir para um tecido empresarial mais competitivo e funcionar como uma plataforma regional de interesses económico-sociais. A Associação visa promover o desenvolvimento das atividades económicas da região em diversos domínios – como o técnico, o económico, o comercial, o associativo, entre outros – assegurando aos seus associados uma crescente participação nas decisões e nos programas que se relacionem com essas atividades.

AFTEBI – Associação para a Formação Tecnológica e Profissional da Beira Interior. Com atividade iniciada em 1997 na Covilhã, a AFTEBI é uma associação sem fins lucrativos criada para dar corpo a uma das maiores Escolas Tecnológicas em funcionamento em Portugal, preparando quadros intermédios da indústria a um nível pós-secundário. Das entidades fundadoras fazem parte o INETI, CITEVE, NERCAB, ANIL e HLC, bem como as Câmaras Municipais da Covilhã, Belmonte, Fundão e Manteigas. A sua missão é dar a resposta às exigências socioeconómicas dos ativos e das empresas através da qualificação de alto nível, antecipando tendências e necessidades de mudança. Conta com uma vasta experiência em ofertas formativas de curta, média e longa duração, através de cursos alinhados com os domínios de Especialização Inteligente das Regiões Centro e Norte. A associação, que se assume como elemento catalisador e gerador de desenvolvimento sustentado, já realizou mais de 1200 protocolos nacionais e internacionais, e conta com 12 entidades da região enquanto associados.

Agrupamento de escolas “A Lã e a Neve”. Este Agrupamento de Escolas adotou o topónimo do romance de Ferreira de Castro que imortalizou a dicotomia entre a subsistência pastoril e o sonho de melhores vidas na Covilhã industrial. Sábia decisão, já que os alunos destas escolas são, em larga medida, os herdeiros dos avós que aqui alimentaram esperanças, aqui lutaram pela sua concretização, aqui as viram desvanecer e por aqui foram semeando gentes e modos de vida que justificam a existência de Escola nesta falda da Serra da Estrela. Com todos os ciclos de Ensino, à exceção do Ensino Secundário, o Agrupamento integra cerca de 600 alunos do Pré-escolar ao 3º ciclo do ensino básico. Com níveis de sucesso acima da média nacional, conta com um corpo docente e não docente, estável e dinâmico, que permitem o envolvimento em diversos projetos nacionais e europeus.

Agrupamento de escolas do Teixoso. Com educação do ensino pré-escolar e ensino básico, este Agrupamento proporciona uma educação de qualidade, com salas adaptadas a pessoas com dificuldades motoras, fazendo-se sentir a criatividade e a inovação. Educando para diferentes vertentes, seleciona conteúdos, momentos e métodos para proporcionar diversas experiências, sendo de destacar alguns projetos como: Descanso em Movimento; Romper o paradigma de sedentarismo; Parque Urban fitness; Sala de equipamento adaptado para dificuldades motoras; EnsinARTE – mostra de teatro escolar; iniciARTEatro – grupos de teatro refletindo ações cénicas produzidas; Prémios de Mérito Escolar; Laço Azul; sAÚDE aMIGA; AETeixoso ConVid@; Construir a Igualdade, Respeitando a Diferença; Escola Olímpica; Práticas Responsáveis, Vidas Sustentáveis; Bem estar na Escola; Eco-Escolas; Boccia; Equitação; Expo_Escol@s; Esplanadas no exterior; Sala Diferente – para o encontro em tempo de ócio, relaxe ou uma aula desigual.

Agrupamento de escolas Frei Heitor Pinto. Enquadrado na Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela, tem a sua sede na Escola Secundária Frei Heitor Pinto, herdeira do Liceu Nacional da Covilhã, por sua vez herdeiro do Liceu Municipal, criado em 1934, designado então por Liceu Heitor Pinto. Com educação do ensino pré-escolar ao secundário, o AEFHP conta atualmente com 1.543 alunos. Além de ser um agrupamento da rede de escolas associadas da UNESCO desde 2016, é, a seguir à UBI, a instituição de educação e ensino que mais contribui para a economia qualificada no concelho da Covilhã. Uma escola de formação de líderes de reconhecido contributo e exercício de funções, em todos os setores de atividade, a nível local, regional, nacional, europeu e mundial.

Agrupamento de escolas Pêro da Covilhã. Sediado na Escola Básica Pêro da Covilhã, este Agrupamento engloba o ensino pré-escolar, o 1º e o 2º ciclo. Para além da oferta formativa regular, existem turmas na modalidade de ensino articulado com ensino especializado de música e dança, através de parceria com o Conservatório Regional de Música da Covilhã, e turmas em Educação e Formação de Adultos (B1 e B2) e de Competências Básicas, através de parceria com o Estabelecimento Prisional da Covilhã. Foi pioneiro no alargamento do horário do 1º ciclo, disponibilizando a Componente de Apoio à Família, e na inclusão da oferta de Inglês, também no 1º Ciclo, antes de ser obrigatório. Ao longo da sua existência, tem sido distinguido com prémios a nível nacional através de vários programas/concursos, como Fundação Ilídio Pinho, Ordem dos Psicólogos, Selo Escola Saudável, Escola Alerta, Eco escolas, Corta-Mato Escolar, entre outros.

ANIL – Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios. Associação patronal sem fins lucrativos, fundada em 1974 e sediada na Covilhã. Herdeira da primeira associação de Lanifícios da cidade, defende os interesses de empresas de natureza industrial, comercial ou prestadoras de serviços com atividade nos setores têxtil e de vestuário em Portugal. Detentora do EXPOLAN – Pavilhão de Exposições e Congressos da ANIL, trabalha em prole da representação e desenvolvimento dos seus associados através da prestação de serviços jurídicos ou de aluguer de espaços. Entre as suas parcerias nacionais e internacionais encontram-se entidades como o IWTO, a EURATEX, a FITVEP, a AFTEBI, o CITEVE, a Rude ou a Associação Selectiva Moda.

AASE – Associação de Artesãos da Serra da Estrela. Esta Associação, com sede em Seia, foi fundada em 1992 por um grupo de artesãos, com o objetivo de identificar e organizar a oferta do concelho no setor do Artesanato. Através da atuação na organização de participações conjuntas em feiras internacionais e na promoção da originalidade dos produtos artesanais, rapidamente se transformou numa associação de âmbito regional. O apoio aos artesãos passa pela formação e capacitação em áreas específicas do artesanato ou outras relevantes para a sua implementação, promoção e manutenção de uma presença ativa e sistemática nos mercados internacionais, bem como pelo apoio a questões de natureza formal e burocrática. Pioneira na participação em eventos a nível europeu, a AASE também atua na identificação de fontes de financiamento que contribuam para dignificar a atividade.

Antero Brancal e Filhos. Empresa têxtil fundada em 1987, dedica-se à fiação de fibras longas, de lã e misturas de fibras sintéticas, destinadas à tecelagem, e malhas industriais, destinadas à indústria têxtil de tecidos, malhas e mantas. Destacam-se duas marcas de produto específicas: a Brancafil e a ABF. Apresenta-se com frequência em feiras como a ITMA, onde procura atualizar-se tecnologicamente, e procura desenvolver a sua carteira de clientes em certames como a Première Vision, em Paris. O cuidado e compromisso com o ambiente e as políticas ambientais conduziram ultimamente à gradual adesão a projetos de eficiência energética com recursos a energia fotovoltaica e à substituição da iluminação das suas instalações para iluminação Led de baixo consumo. Em 2017 foi distinguida com o prémio Top Exporta promovido pelo Banco Santander Totta e, durante 5 anos consecutivos, foi agraciada com a distinção PME Líder.

Associação Cultural da Beira Interior. Sedeada na Covilhã, tem como prioridade o desenvolvimento cultural de toda a região do interior centro. Entre os diversos projetos da Associação, onde estão presentes várias artes, a música assume um lugar preponderante. Com 30 anos de existência, O Coro Misto da Beira Interior conquistou inúmeros prémios internacionais, destacando-se, entre os concertos mais emblemáticos, o que assinalou os 2000 anos do nascimento de Cristo, em Belém (Palestina) e a missa na Catedral de S. Pedro no Vaticano. O projeto Zéthoven, onde mais de 40.000 crianças tiveram a possibilidade de experienciar a música, foi considerado pela Comunidade Europeia um exemplo de Descentralização Cultural e Oportunidade. Plante 1 Músico, com 6 anos de existência, permite a crianças de zonas rurais e isoladas terem contato com a música. A estes projetos juntam-se muitos outros, como o Beira Interior Choir Competition & Festival ou o Concurso Internacional de Percussão da Beira Interior.

ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes. Fundada em 2000, é a partir da Covilhã que a companhia profissional ASTA se dedica ao teatro e às outras artes. Vinte anos de trabalho continuado a combater as assimetrias regionais no acesso à cultura e na democratização das artes. A identidade da ASTA assenta numa cultura transdisciplinar, tendo por base o teatro e centrando-se em cinco eixos principais: Criações; Festivais/Programação; Serviço Educativo; Circulação e Projetos de Investigação. Conta, para além dos trabalhos dirigidos pela equipa da ASTA, com trabalhos dirigidos por criadores convidados, tanto nacionais como internacionais. Frequentemente reconhecida e premiada por várias entidades e júris de festivais, desenvolve distintos projetos cofinanciados pela União Europeia, no âmbito da investigação artística e, ao longo dos anos, tem aumentado o número de parcerias com entidades públicas e privadas.

Banda da Covilhã. Esta Instituição de Utilidade Pública distinguida com medalha de Mérito Municipal Grau Prata (1998), atualmente com 151 anos de história, mantém uma grande atividade na cidade e é referência na educação musical da região. Dedica-se especificamente ao ensino da música, englobando as vertentes social, pedagógica, artística e cultural. Direciona a totalidade do seu investimento para a promoção da criatividade e da inovação nas suas áreas de atuação, nomeadamente através do lançamento de múltiplos projetos, entre os quais se destacam as Férias Dó-Ré-Mi, a Orquestra dos Pais, a Brincolândia, e o Dormir com a Música. As grandes apostas da instituição são a Academia de Música da Banda da Covilhã e a Orquestra Sinfónica da Covilhã. Paralelamente à sua atividade musical, é ainda pioneira e mentora de dezenas de projetos culturais, recreativos e gastronómicos a nível local e regional.

Beira Serra – Associação de Desenvolvimento. A Beira Serra é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1994 através da união de juntas de freguesia, sindicatos e organizações sociais da Cova da Beira. Trabalha em prol do desenvolvimento social das comunidades do Interior do país, em particular dos concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão. Apesar de, inicialmente, se dedicar ao desenvolvimento rural e à animação comunitária, foi alargando as áreas de intervenção ao longo dos anos, adaptando-se a novas realidades e contextos regionais. Implementa projetos na área social, económica, cultural e ambiental, com o propósito de promover uma sociedade justa e equitativa, tendo já estabelecido mais de uma centena de parcerias locais e nacionais. É uma organização certificada pela DGERT – Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho, e credenciada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e pela Cooperativa António Sérgio para a Economia Social (CASES).

Burel Factory. Marca nascida em 2012, com a Serra da Estrela na sua génese. Um projeto de recuperação de património que deu continuidade à história da indústria da lã da região, revitalizando o Burel, tornando-o sinónimo de cor, design, criatividade e sustentabilidade, enquanto lhe adicionou capítulos de inovação, adaptando este produto endógeno e secular aos novos tempos sem pôr em causa a sua reconhecida identidade têxtil, patrimonial e cultural. Como seu agente promotor, há um constante esforço na sua valorização, elevação, reconhecimento e associação ao design, levado a cabo por constantes ações de investigação, certificação e internacionalização. A par disso, a marca mantém uma parceria com a UBI nas disciplinas do mestrado de Design Industrial e Marketing, juntamente com outras estabelecidas com vários designers, artistas, arquitetos e criativos portugueses. A cidade da Covilhã e os seus pilares histórico-industriais são uma inspiração contínua, uma das razões pelas quais a marca mantém os métodos de produção ancestrais que garantem a sua autenticidade, com a lã a ser cardada numa carda do século XIX, a mecha fiada numa fiação também desse tempo, e o burel a ser tecido na sua maioria em teares antigos, transformando a fábrica num museu vivo de maquinaria de outrora, testemunha de um conhecimento mantido pelos mestres de teares que o trazem de longe e o transmitem a gerações mais novas. É um testemunho que, aliás, dissemina diariamente através de visitas guiadas gratuitas. A sua ligação à Covilhã passa ainda pela sua ligação à última fábrica de tinturarias da cidade, onde mantém o processo de ultimação do Burel, mantendo viva a sua histórica. Um projeto de narrativas de lã tecidas através de gerações, para continuar a dar futuro à região através do design e da vanguarda.

CFIUTE – Centro de Formação Interação UBI Tecido Empresarial. O CFIUTE foi criado pela UBI com o objetivo de estimular a economia regional, de incentivar o empreendedorismo e a inovação, de alargar e enriquecer a oferta de formação ao longo da vida para empresários, trabalhadores do setor público e privado, colaboradores e alunos, e de reforçar a cooperação entre a universidade e as empresas. Este Centro de Formação de Excelência promove cursos de formação em domínios tão diversos como a informática, a gestão, o marketing, o termalismo, a inovação, o empreendedorismo, a construção civil, a saúde, a psicologia e a educação.

Centro de Inclusão Social da Covilhã. Perante um contexto económico e social em permanente mutação, é fulcral a consolidação de um espaço que incremente uma sociedade plena através da inovação, da coesão social, da igualdade de oportunidades, da participação e da aprendizagem coletiva e colaborativa. Este Centro configura-se como uma estrutura que atua na sensibilização dos munícipes e da sociedade, para a importância da inovação social através da divulgação e promoção de novas ideias e projetos que promovam a afirmação da Cidade como Solidária, Inclusiva e Inovadora. Detém espaços de trabalho, atendimento e formação, atuando igualmente como incubadora de associações socioculturais, articulando a prestação de serviços sociais aos cidadãos numa plataforma única.

Centro de Inovação Empresarial da Covilhã. Esta estrutura de 4 pisos, localizada no centro da cidade, foi idealizada com o objetivo de criar condições que motivem profissionais e alunos da região. Para o efeito, a infraestrutura oferece espaços multifuncionais preparados para acolher micro e pequenas empresas e permitindo, a título de exemplo, que jovens empreendedores desenvolvam os seus projetos criativos. O edifício oferece 6 gabinetes para empresas, 16 lugares de coworking e dois espaços para oficinas. Contempla também um auditório, sala de reuniões, zona de convívio formal e informal, bar e receção.

NEST – Centro de Inovação do Turismo. A sede do NEST, localizada na Covilhã, vai ao encontro dos objetivos da Estratégia Turismo 2027, que visam a criação de valor em todo o território. É um projeto âncora da iniciativa Turismo 4.0 – uma iniciativa conjunta do Ministério da Economia, do Secretário de Estado do Turismo e do Turismo de Portugal – com a finalidade de potenciar Portugal enquanto hub global de inovação no setor, bem como de promover a inovação e a aplicação da tecnologia na cadeia de valor do turismo.

Centro de Inovação Cultural e Teatro Municipal. Aliando a recuperação do património arquitetónico à promoção de valores históricos e patrimoniais, bem como ao lançamento de iniciativas culturais, ambos os espaços visam devolver à região formas contemporâneas de interação com a Cultura, nomeadamente através da promoção, criação e desenvolvimento de projetos no âmbito de diversas disciplinas, tais como a música, o teatro, o circo contemporâneo e a dança. Trata-se de uma infraestrutura de referência para a Covilhã e para a região, oferecendo uma programação artística de qualidade elevada que facilita o contacto com criadores nacionais e internacionais, incrementa o serviço educativo dedicado a novos públicos, cria residências artísticas e sinergias no apoio a criadores locais e nacionais, entre outras valências.

Centro Interpretativo da Cereja. Localizado no Ferro, uma vila naturalmente rodeada de pomares de cerejeiras, o projeto nasceu enquanto conceito inovador a nível nacional. O seu propósito passa por divulgar a origem, o processo de cultivo e a produção de um dos frutos de época mais apreciados na região da Cova da Beira: a cereja. A idealização do espaço partiu da recuperação total de um antigo edifício em desuso, próximo de diversos campos de cultivo de cereja, que aposta atualmente no turismo contemporâneo interativo e sensorial, incluindo uma vertente museológica e uma experiência de degustação de uma diversidade de produtos locais e regionais, confecionados a partir do fruto em questão.

Centro Interpretativo das Artes Tradicionais da Boidobra. Local de perpetuação de memórias da população da Boidobra, o espaço pretende comunicar, através dos objetos expostos, o modo de vida desta comunidade, as suas vivências e os seus costumes, bem como proporcionar à população a possibilidade de se rever nos seus antepassados, contribuindo para a manutenção da identidade histórica e cultural da região. O Edifício 1, além da sala de audiovisuais, alberga a típica casa da aldeia, que reflete o modo de convívio na esfera íntima das famílias locais, bem como a disposição do espaço e mobiliário. O Edifício 2 é dedicado às atividades laborais, com os principais instrumentos utilizados na agricultura, na produção do queijo e uma zona dedicada aos brinquedos tradicionais. O edifício contempla, também, uma área de exposições temporárias.

Condomínio Associativo da Covilhã. A Covilhã apresenta um grande dinamismo e riqueza associativa, fundamentais para o movimento e para as ações promovidas em todas as freguesias do concelho. Neste sentido, foi criada uma casa comum que congrega, num único espaço, coletividades e associações que desempenham um papel fundamental na vida coletiva, cultivando e potenciando as sinergias entre as diferentes estruturas culturais.

Conservatório de Música da Covilhã. Com uma vasta oferta formativa, desde o ensino pré-escolar, 1º e 2º ciclos ao ensino especializado da Música, Dança e Teatro, o Conservatório de Música da Covilhã procura desenvolver um ensino diferenciado com metodologias inovadoras. De forma estruturada, prepara os seus alunos com princípios, valores e competências, para que sejam capazes de responder aos desafios que os seus percursos escolares, profissionais e pessoais lhes vão proporcionar ao longo da vida. Com práticas pedagógicas que têm resultado num significativo número de prémios e distinções, assume como principal missão a formação de seres humanos adaptados às exigências complexas das futuras instituições, assumindo o lema de ensino “O Futuro Constrói-se no Presente”.

Coolabora, CRL – Intervenção Social. Cooperativa de intervenção social que intervém na promoção da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, incluindo a prevenção e o combate à violência doméstica; no apoio a pessoas e grupos sociais em situação de desfavorecimento, nomeadamente em situação de pobreza, de discriminação em função da etnia ou outras; e na promoção de iniciativas que criam alternativas societais ecológicas, democráticas e socialmente justas. Entidade promotora e parceira de diversos projetos, como “Violência Zero. Estratégia de Territorialização para a Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género”, “CUIDAdania – Cuidado e cidadania na construção da igualdade”, “Rasgar Silêncios”, “Quero Ser Mais E7G”, “CLDS – Contrato Local de Desenvolvimento Social da Covilhã, “EDxperimentar”, “Troca-a-Tod@s” e “IDEARIA”.

Design Factory Aveiro. Valência englobada no Parque de Ciência e Tecnologia da Região de Aveiro (2009), um projeto liderado pela Universidade de Aveiro que mobilizou vários agentes da região para a constituição de uma infraestrutura que promovesse a economia do conhecimento. A Design Factory Aveiro é um espaço de colaboração e de partilha, que promove o desenvolvimento e a materialização de produtos e serviços inovadores liderados pelo Design, facilitando a implementação e a exploração de práticas metodológicas, de ferramentas e de processos de design participado e colaborativo.  Através da estreita ligação à Universidade de Aveiro, impulsiona o desenvolvimento de projetos colaborativos multidisciplinares, decorrentes de parcerias estratégicas entre a academia e o tecido económico, social e cultural. O espaço tem 1.000 m² de espaços de trabalho criativo e oficinal, dotado de equipamentos e tecnologias que permitem a criação, desenvolvimento e prototipagem rápida de produtos e serviços, ao mesmo tempo que disponibiliza às equipas um ambiente propício à conceptualização e proto-materialização de novos produtos, serviços e processos criativos e inovadores.

EIDD – Design for All Europe. Plataforma internacional única que congrega diferentes organizações em torno de um objetivo comum: uma Europa mais inclusiva para todos, um design para a diversidade humana, inclusão social e igualdade. Esta abordagem holística e inovadora constitui um desafio criativo e ético para todos os designers, empresários, administradores e líderes políticos. O Design for All visa permitir que todas as pessoas tenham oportunidades iguais de participação em todos os aspetos da sociedade. Para conseguir isso, o ambiente construído, objetos do quotidiano, serviços, cultura e informação – em suma, tudo o que é projetado e feito por pessoas para ser usado por pessoas – deve ser acessível, conveniente a toda a sociedade e responsivo face à diversidade. A prática do Design for All faz uso consciente da análise das necessidades e aspirações humanas e requer o envolvimento dos usuários finais em todas as fases do processo de design.

EPABI – Escola Profissional de Artes da Covilhã. A EPABI, criada em 1992, teve como entidades promotoras a Câmara Municipal da Covilhã e o Conservatório Regional de Música da Covilhã. Desde então, a instituição dedicada ao ensino específico da música tem-se afirmado enquanto referência regional e nacional, disponibilizando uma oferta educativa no âmbito do 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário, com especialidades num grande leque de instrumentos. De entre as atividades realizadas destacam-se os estágios, as masterclasses e as atuações das Orquestras e grupos de Música de Câmara da EPABI, em palcos nacionais e no estrangeiro. Engloba um Centro Qualifica com vários anos de atividade e desenvolve, frequentemente, protocolos institucionais e atividades em parceria com entidades como a Câmara Municipal da Covilhã, instituições de Ensino Superior portuguesas e estrangeiras, instituições de formação específica em música, associações e outros agentes culturais e artísticos de âmbito regional ou nacional.

Escola Profissional e Agrícola Quinta da Lageosa. Uma escola onde se aprende fazendo e sentindo, de mãos dadas com os ritmos, os sons, as cores e as texturas de uma natureza que acolhe todos os seus elementos. Das lajes, ora cinzentas e ásperas, ora verdes e suaves, às estrelas que preenchem os céus noturnos, há estórias enraizadas nas coisas que se perpetuaram nos tempos e nas memórias daqueles que nos antecederam e escreveram nestes caminhos, episódios das suas vidas. E nos espaços que a preenchem, há tempo e lugar para o despertar de emoções que ajudam a construir os múltiplos caminhos da educação, repletos de desafios inesperados. Uma escola onde a ciência e a técnica procuram explicar e construir o real, onde a arte se procura desenvolver a partir de um olhar capaz de ver além da circunstância tangível, padronizada e cinzenta do prisma da utilidade. E para lá do ruído inerente às manifestações juvenis, o silêncio também preenche o seu espaço, convidando à sua contemplação e espanto, via de encontro de cada um consigo próprio.

Escola Secundária Campos Melo. A Escola Secundária Campos Melo, instalada na Covilhã desde 1884 com a designação de Escola Industrial Campos Melo, disponibiliza uma oferta educativa no âmbito do 3º Ciclo do Ensino Básico Regular, dos Cursos de Educação e Formação (Tipo 2, Nível 2), do Ensino Secundário Profissional e do Ensino Secundário Regular, além de ser uma referência no ensino das Artes através do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais. É Escola Associada do Estabelecimento Prisional da Covilhã e alberga o Centro Qualifica, promovendo o aumento da qualificação do público adulto. A instituição centenária é Membro Honorário da Ordem de Instrução Pública (1985) e Medalha de Ouro de Mérito Municipal (2004). Em 2014 recebeu o Selo de Escola Voluntária e, na última década, tem-se dedicado à internacionalização através da realização de visitas de estudo ao estrangeiro, de parcerias ou da participação de alunos e professores em diversos projetos, como o Programa Erasmus + ou a Shell Eco-Marathon.

Escola Secundária Quinta das Palmeiras. Instituição de ensino criada em 1987. Nos anos 90, foi implementado o Observatório da Qualidade e conceptualizou-se a aplicação informática OQ On-line, ferramenta que permite monitorizar, de modo sistemático e em tempo real, a evolução das aprendizagens dos alunos por turmas e intervir rapidamente, se necessário. Intensificaram-se os processos de monitorização das situações de abandono, por exemplo através do projeto Aprender Compensa. Realça-se, neste âmbito, a parceria desenvolvida com a Associação de Desenvolvimento Beira Serra, promotora do Programa Escolhas, destinado a fomentar a integração escolar e social de alunos oriundos de famílias socioeconomicamente desfavorecidas, de minorias étnicas e imigrantes. Envolvida em projetos locais, nacionais e internacionais, procura também desenvolver a articulação e cooperação com outras escolas e instituições de ensino superior.

FITECOM – Comercialização e Industrialização Têxtil. Fundada em 1993, laborava então numa antiga e emblemática fábrica têxtil da Covilhã, datada de 1905. Em 1999, passa para uma unidade fabril vertical na ZI do Tortosendo, equipada com a mais moderna tecnologia de ponta. O design tem um papel fundamental na sustentabilidade da Fitecom, tornando-a numa das empresas europeias mais credíveis a nível do Design. Acreditada pela Invista, no programa Lycra Assured e na aplicação e venda de tecidos com acabamento Teflon, certificada pela Öko-Tex, licenciada pela Advansa, na produção e comercialização de produtos Coolmax e Thermolite, e pela Australian Wool Innovation, para a produção e comercialização dos produtos Woolmark. Exporta cerca de 90% da sua produção para a França, Inglaterra, Alemanha, Espanha, Holanda e Dinamarca.

Galeria António Lopes. Inaugurado em 2015, o edifício histórico é, atualmente, uma galeria de exposições que visa a promoção de novos talentos, herdando o nome e legado de uma personalidade multifacetada e fascinante – o Professor António Esteves Lopes – que marcou uma parte importante da vida da Covilhã na primeira metade do século XX. Nascido em 1900, estudou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo construído a sua carreira enquanto professor, escritor, jornalista, pintor e ilustrador. Fundou uma fábrica de tapetes na Serra da Estrela e, enquanto desportista, realizou as primeiras provas de esqui no maciço central da montanha, tendo também integrado a delegação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Helsínquia, em 1952.

Galeria Tinturaria. Situada junto à Ribeira da Degoldra, a Galeria Tinturaria é uma importante infraestrutura municipal, destinada a acolher exposições de caráter temporário desde 2006. O espaço organiza diversas exposições individuais e coletivas em regime gratuito, de artistas nacionais e estrangeiros, com vista a dinamizar e contribuir para a sensibilização e educação cultural e artística no concelho. O espaço multifuncional contempla valências diversificadas e desempenha um papel fundamental para a promoção do turismo, bem como para o desenvolvimento integrado da Cultura e de todos os tipos e formas de Arte, Folclore e Artesanato.

LABCOM – Comunicação e Artes. Unidade de investigação criada em 2002 na Faculdade de Artes e Letras da UBI. O seu objetivo principal é desenvolver investigação avançada sobre comunicação e tecnologias dos novos media, especialmente as subjacentes aos processos digitais e on-line, partindo do pressuposto que existe uma relação recíproca entre a comunicação e as artes contemporâneas: tal como a comunicação mediatizada denota uma estetização, a teoria, a prática e a receção das artes implicam estratégias de comunicação. Esta unidade organiza-se em dois grupos de investigação: Comunicação e Media, e Artes, que conciliam o trabalho nas suas linhas específicas de investigação com a colaboração interdisciplinar em torno de objetos comuns ou transversais e na organização de eventos e publicações científicas.

Idanha-a-Nova, Município. Situado no distrito de Castelo Branco (Beira Baixa), é o quarto município mais extenso de Portugal (1 416,34 km²), abrangendo 13 freguesias. Partilha fronteiras com Espanha a Leste e Sul, bem como com os concelhos limítrofes de Penamacor, Fundão e Castelo Branco. O município é fértil em riqueza ambiental, cinegética, cultural, patrimonial e paisagística, englobando duas Aldeias Históricas (Monsanto e Idanha-a-Velha), o Geopark Naturtejo, o Parque Natural do Tejo Internacional e as Termas de Monfortinho. Mantém acordos de cooperação com entidades/projetos nacionais, transfronteiriços e internacionais, como a Comunidade Intermunicipal Beira Interior Sul, o PROVERE AHP – Valorização do Património Judaico, o Por Terras Rayanas, o Projecto Oralidades, entre outros. Idanha-a-Nova integra, desde 2015, a Rede de Cidades Criativas da UNESCO na área da Música, expressão artística e pilar de desenvolvimento económico e social da região.

Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB). Instituição pública de Ensino Superior localizada na cidade de Castelo Branco, que iniciou a sua atividade em 1980 e se constitui como referência na qualificação de alto nível dos cidadãos, na produção e difusão de conhecimento e na formação cultural, artística, tecnológica e científica a nível regional, nacional e internacional. O Instituto engloba seis escolas superiores, cada uma delas dedicada a áreas de conhecimento específicas: Escola Superior Agrária (ESA), Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), Escola Superior de Educação (ESSE), Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias (ESALD), Escola Superior de Gestão (ESGIN) e Escola Superior de Tecnologia (EST). A ESART apresenta uma ampla oferta educativa ao nível de Licenciatura e Mestrado em Design, bem como nas áreas de Comunicação e Audiovisual, Design Gráfico, Design de Interiores e Equipamento, Moda, Vestuário e Têxtil.

J. Gomes – Fio Reciclado Ecológico. Empresa de fiação têxtil, fundada em 1976 com sede no Parque Industrial da Covilhã. Dedica-se à comercialização de fios cardados de alta qualidade para aplicação em tecidos e malhas, em pura lã ou de misturas com fibras nobres. Vende maioritariamente para o mercado nacional, produzindo uma variedade de fios cardados, de fibras virgens ou recicladas, que vão desde o número métrico (Nm) 4.000 ao 20.000. Investiu na renovação do seu parque de máquinas em 2006, com a aquisição do sistema de fiação de cardados mais moderno do mercado. As suas fases de produção abrangem a tecnologia de fiação de cardados, a cardação, a fiação de fio cardado, a bobinagem e a retorsagem, sem recurso químicos e evitando o desperdício de água. Assume uma forte componente de responsabilidade social e de sustentabilidade no seu processo de produção através da triagem de resíduos têxteis, provenientes da indústria portuguesa, reciclando-os e recondicionando-os em novos fios. 

Joalpe – Indústria de Expositores. No mercado há mais de 35 anos, esta empresa é líder nacional na produção e comercialização de artigos em plástico e madeira, destinados ao setor do retalho. Recorre, maioritariamente, a processos de injeção e extrusão de plásticos, corte a lazer e dobragem manual/automática de peças personalizadas. Reconhece o investimento na melhoria dos seus ciclos de produção, demonstrando uma preocupação com o impacto social e ambiental das suas operações, bem como com as condições de trabalho dos seus funcionários, parceiros e fornecedores. Tem procurado reduzir a sua pegada de carbono através de um modelo de economia circular apoiado nas energias renováveis e na reciclagem de matérias-primas. Mantém parcerias com empresas como a Sonae, a L’Oreal ou a REWE, bem como uma estreita colaboração com a Universidade da Beira Interior. A empresa, PME Líder e PME Excelência desde 2016, tem promovido os seus produtos em diversas feiras internacionais e investido em mercados como o norte-americano, o europeu e o do Médio Oriente, estabelecendo uma rede de empresas comerciais, de distribuidores internacionais e de sócios locais.

Kayzer Ballet. Fundada em 2014 e sediada na Covilhã, é a única Companhia de Bailado da região. Formada por bailarinos profissionais, entre os 18 e os 26 anos, providencia estágios profissionais curriculares, dando possibilidade de fazerem espetáculos com distintos repertórios e de trabalhar com diferentes coreógrafos e tipos de movimento, permitindo-lhes alcançar, pelas capacidades técnicas e artísticas desenvolvidas, contratos profissionais remunerados em todo o mundo. Do seu trabalho destaca-se a criação e fidelização de públicos na área da Dança, uma programação regular mensal, que vai do Clássico ao Contemporâneo, e o desenvolvimento de projetos artísticos para as comunidades: escolar, envolvendo, através de Dança Inclusiva, crianças com necessidades educativas especiais, e social, envolvendo os idosos.

Logik, Lda. Empresa têxtil dedicada ao desenvolvimento, criação e fabricação de fios de fantasia. O desenvolvimento de produto e seu design está a cargo da designer Susana Bettencourt e com a parceria estabelecida com a Pé de Chumbo. Atua sobretudo no mercado nacional e, de forma indireta, nos mercados internacionais. Entre os principais clientes e parceiros de negócios, destacam-se o Grupo Paulo de Oliveira, Riopele, TMG e a Polopique. A Logik Lda apresenta-se em feiras e certames como a Mod’tissimo, a Heimtextil e a Première Vision. Está presente no mercado de forma coesa e dinâmica e acredita na possibilidade de a Covilhã recuperar o prestígio do passado através do design, da inovação e da capacidade criativa.

Manteigas, Município. Localizado em pleno coração da Serra da Estrela, no distrito da Guarda, o concelho de Manteigas encontra-se totalmente inserido no Parque Natural da Serra da Estrela (Estrela Geopark Mundial da UNESCO) sendo, por isso, uma zona com enquadramento natural, ecológico e paisagístico privilegiado. A sua área total abrange 12.198 hectares distribuídos pelas freguesias de Sameiro, Santa Maria, São Pedro e Vale de Amoreira, e delimitada pelos Concelhos da Guarda, Covilhã, Gouveia e Seia. Manteigas é um município português particularmente rico em património material e imaterial, complementado por uma ampla oferta de atividades de montanha, pelo termalismo, pela gastronomia, pelo artesanato típico da Serra da Estrela, pela tradição do trabalho da Lã e do Burel, e pelas suas feiras e romarias centenárias. O Município de Manteigas mantém um Acordo de Geminação com o Município de Santa Cruz de Cabrália no Brasil (1999) e a Vila de Manteigas é geminada com a Vila francesa de Morlaàs (1989).

Manuel Brancal & Cª Lda / Tricots Brancal. A empresa familiar Manuel Brancal & Cª, Lda., com denominação comercial de Tricots Brancal, está instalada na Covilhã desde 1958. Fundada por Manuel Brancal, possui uma fábrica têxtil de lanifícios e uma rede de lojas de fios de lã de alta qualidade, onde se incluem os anti-alérgicos, anti-traça, tricot, crochet, arraiolos e fios para bordar e coser, além de todo tipo de agulhas para tricot, malhas e lãs. A marca Tricots Brancal está presente em toda a Península Ibérica com a missão de proporcionar ao consumidor fios diversos e de alta qualidade, impulsionando-os a desenvolver projetos criativos e inovadores com as suas lãs. A marca possui uma rede de lojas físicas em Portugal e Espanha, comercializando também através de empresas de confeção e bordados portuguesas. Foi distinguida com o Prémio Novo Banco e foi, também, empresa PME Líder em 2014 e 2015.

Modatex. O Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confeção e Lanifícios Criado foi em 2011, com base num protocolo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, a Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confeção e a Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios. É, atualmente, um Centro de abrangência nacional com sede no Porto, delegações em Lisboa e na Covilhã, e pólos em Vila das Aves e Barcelos. O Centro tem como missão a promoção da qualificação de recursos humanos e a valorização dos agentes da Indústria Têxtil e de Vestuário, contribuindo para o desenvolvimento das atividades económicas e da competitividade do setor. A sua atividade abrange formação profissional, serviços a empresas, formação à medida, realização de intervenções técnicas, processos de reconhecimento, validação e certificação de competências, e participação em projetos nacionais e internacionais.

Musée Maison. Dedicado à arte contemporânea, este espaço cultural polivalente, em construção na Covilhã, foi idealizado por Luís da Cruz e pensado como berço de trabalho, educação e exposição artísticos. A ideia é que possa ser um foco de arte e cultura, englobando não apenas área expositiva, mas também de criação, com atelier, academia de artes e ainda uma área lúdica, com jardim. Uma grande fábrica, um grande loft, uma grande galeria. Um Museu Mansão.

Museu de Arte Sacra da Covilhã. Instalado num edifício de 1921 projetado pelo arquiteto Raul Lino, alberga um espólio de mais de 600 peças de arte sacra católica provenientes de entidades públicas e privadas, que abrangem um período compreendido entre os séculos XII e XX. O visitante pode apreciar coleções de pintura, escultura, ourivesaria, paramentaria e têxteis (litúrgicos e cerimoniais) e esculturas tradicionais de roca, sem esquecer as imagens de culto, retábulos, relicários, altares, crucifixos, livros, documentos raros, mobiliário e outros objetos usados no culto religioso. O museu contém ainda, na sua coleção, peças icónicas de consideráveis dimensões, tamanhos pouco comuns de encontrar em grande parte dos museus europeus. É de destacar a existência de uma capela dentro da área do Museu, que recria o ambiente religioso comum a este tipo de estruturas.

Museu da Covilhã. Este Museu localizado no centro da cidade dedica-se a todas as épocas de ocupação do território, desvendando e ensinando a história da Covilhã, apresentada de diversas formas sensoriais. Ao longo de 500 m2, a organização cronológica dos conteúdos distribui-se por 5 pisos de modo acessível e inclusivo que abrange desde a Pré-história e Romanização (piso 3), Idade Média e Moderna (piso 2), Época Contemporânea (piso 1) e uma visão global da história da cidade e reflexão sobre o seu futuro, com recurso a materiais interativos (piso 0). O piso -1 traduz-se numa área multiusos, capacitada para acolher exposições temporárias, palestras e concertos.

Museu de Lanifícios. Inaugurado em 1992, é um organismo com autonomia administrativa e financeira tutelado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Sediado nas instalações da UBI, o espaço foi criado com a finalidade de preservar as tinturarias da Real Fábrica de Panos, fundada pelo Marquês de Pombal (1764) e está classificada como Imóvel de Interesse Público. Conta com três núcleos museológicos: Núcleo da Real Fábrica de Panos, Núcleo das Râmolas de Sol e Núcleo da Real Fábrica Veiga/Centro de Interpretação dos Lanifícios. Integrado na Rede Portuguesa de Museus desde 2002, tem por missão a salvaguarda do património associado à indústria laneira, uma das mais antigas indústrias humanas, num território de extensos e diversos recursos naturais: a Serra da Estrela.

Museu do Queijo. Situado na freguesia de Peraboa, a 14 km da Covilhã, o museu é único na região e permite conhecer a arte e o processo de fabrico de um dos melhores queijos do mundo – o Queijo da Serra – denotando a influência da fauna, da flora, do clima, dos utensílios e da cultura na obtenção do seu característico sabor. Dedica-se à divulgação desta iguaria apreciada e reconhecida internacionalmente, tanto a nível turístico como gastronómico, bem como da tradição e das histórias a ela associadas. O espaço museológico, inaugurado em 2011, pretende proporcionar ao visitante uma experiência sensorial e imersiva, conseguida não apenas através de conteúdos museológicos, mas também pelo recurso a material multimédia e à degustação da gastronomia local. É também possível conhecer as características do pelicular queijo de ovelha Kosher, produzido segundo os preceitos da religião judaica.

New Hand Lab. Situado numa antiga Fábrica de Lanifícios da Covilhã, é desde 2013 uma Associação Cultural. Promove a criatividade, a inovação e o empreendedorismo através da concretização de ideias, produtos e iniciativas. Albergando autores e artistas de diversas vertentes, como design têxtil e de calçado, pintura, fotografia, arquitetura e escrita, assume-se como um espaço de promoção, dinamização e divulgação dos recursos endógenos mais criativos. Produz e acolhe atividades culturais, como espetáculos, exibições e festivais. A visita guiada ao edifício permite aos visitantes conhecer a realidade das fábricas têxteis na era do seu apogeu. É a única parceira portuguesa do projeto Open Up, um consórcio que integra associações de 7 países, criado no âmbito do programa Europa Criativa, para a criação de sinergias na área artística, junto das comunidades desprivilegiadas.

Orlindo Saraiva – Sociedade Têxtil da Covilhã, Lda. Operando há mais de 25 anos em Portugal Continental e Insular, a empresa deu os primeiros passos com a comercialização de linhos bordados em all-over e de bordado inglês. Ao longo dos anos procurou desenvolver-se, introduzindo novos produtos que se destacam pela diversidade e qualidade: linhos, tecidos estampados, ecológicos, respiráveis, orgânicos, bordados, plastificados e antialérgicos. É vocacionada para o mercado retalhista da retrosaria e dos produtos têxteis para lar, oferecendo soluções variadas, seja nas últimas tendências de design têxtil ou nos padrões mais clássicos e intemporais. Cria e comercializa coleções de bebé, têxteis para lar, vestuário e decoração para pequenas e médias empresas em Portugal. Marca presença em eventos como o Modtissimo e estabelece parcerias nacionais e internacionais, como é o caso da Le Tissu by Domotex (desde 2015).

Parkurbis, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã. Estrutura de apoio à promoção de empreendedorismo, criação de novas empresas de base tecnológica, valorização dos projetos de investigação dos centros de saber para o mercado e apoio à transferência de tecnologia. Disponibiliza serviços de pré-incubação, incubação (física e virtual) e aceleração de empresas, bem como uma vasta gama de serviços de consultoria de apoio, atuando também como instrumento de dinamização e inovação do ecossistema empresarial local. Tem demonstrado o seu impacto através da criação de um ecossistema empreendedor que tem resultado na criação de novas startups de base tecnológica competitivas e inovadoras; da captação de centros de I&D e desenvolvimento de produto de algumas das maiores empresas tecnológicas nacionais; da fixação de recursos humanos altamente qualificados e da captação de investimento estratégico, como o Data Center da ALTICE. Em 2015 foi reconhecido pela UBI Global, tendo ficado na 10ª posição no University Associated Business Incubator Award.

Paulo de Oliveira, Grupo. Constituído pelas empresas Paulo de Oliveira, Penteadora e Tessimax, o grupo tornou-se um dos maiores produtores de tecidos em toda a Europa. A sua produção competitiva resulta da aposta na elevada qualidade, conforto, desenho e inovação, fruto também do investimento em tecnologia de ponta e equipamento produtivo moderno. É fornecedor das melhores e mais conceituadas marcas de vestuário de homem em todo o mundo. Produz, igualmente, tecidos técnicos destinados a mercados de segurança, combate a incêndios e indústria. Referência na produção sustentável, apostou na energia solar, em estações de tratamento de águas residuais e no tratamento de resíduos e desperdícios destinados a produtos têxteis reciclados. Com uma equipa de designers própria, tem também parcerias com designers estrangeiros. O design exclusivo e desenvolvimento de produto resulta também, em alguns casos, das parcerias e cooperação personalizada estabelecida com os clientes.

P Runa House. Espaço fundado sob o desígnio de privilegiar o feminino, empoderar e elevar mulheres com atitude através da moda. Abriu as suas portas em 2019 no centro da Covilhã, sob a forma de uma loja de moda e vestuário femininos, com uma oferta única e representativa da marca original do criador e estilista Paulo Runa. Neste espaço de excelência, elegância e originalidade, a estrela é a mulher em todo o seu esplendor, seja através da criação de modelos específicos por encomenda, ou da oferta de opções variadas das marcas representadas no espaço.

Plano Nacional das Artes. Desenvolvido pelas áreas governativas da Cultura e da Educação, o PNA tem como objetivo tornar as artes mais acessíveis aos cidadãos, em particular às crianças e aos jovens, através da comunidade educativa, promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem ao longo da vida. Pretende incentivar o compromisso cultural das comunidades e organizações e desenvolver redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas, designadamente, trabalhando em articulação com os planos, programas e redes pré-existentes.

Quarta Parede. Estrutura profissional de criação e produção performativas e interdisciplinares, apoiada pelo Ministério da Cultura/DGArtes, contribui significativamente para a presença da arte contemporânea na Beira Interior. Entre o Festival Y – festival de artes performativas, o 1º Andar – mostra de criadores emergentes e a própria criação artística, conta um total de mais de 1.200 ações. Publicou 2 livros de fotografia e acolheu as exposições “Candeeiros de Emoções” e “Joan Brossa-Cartells 1975-99”. Co-produziu o Planshister – encontros de criação com arqueologia industrial. Aposta na mediação de públicos, de que é exemplo o Laboratório de Artes Performativas Sénior e as formações de arte contemporânea e de fotografia. Promove o “Nós-projeto de ação social e artística”, faz a coordenação artística do projeto “Veleda” e integra o projeto “Rasgar Silêncios”. Membro fundador da IRIS – Associação Sul Europeia para a Criação Contemporânea e co-produtora do projeto Jovens Artistas Jovens.

Rede Municipal de Espaços Culturais. Casa da Cultura José Marmelo e Silva [Paul]; Casa-Museu Monsenhor Alves Brás [Casegas]; Casa-Museu do Rancho Folclórico e Etnográfico do Refúgio; Casa-Museu do Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Unhais da Serra; Casa-Museu Taberna Típica [Paul]; Museu do Conto [Biblioteca Municipal]; Museu Mineiro [Minas da Panasqueira]; Museu de São Jorge da Beira

Teatro das Beiras. Criado em 1974 na Covilhã, o Teatro das Beiras é companhia profissional desde 1994. Os dados estatísticos, apesar de francamente positivos em número de criações (106), de espetáculos apresentados (+ de 2.500) e do aumento muito significativo de público de todas as idades, não traduzem tudo aquilo que tem sido a ação da Companhia como contributo no plano formativo dos públicos e na sua sensibilização cultural. Ao longo dos anos realizou coproduções com o Teatro Nacional D. Maria II, CENDREV, ACERT, Teatro do Montemuro e Quarta Parede. Organiza, desde 1980, o Festival de Teatro da Covilhã, no qual já participaram a maioria das companhias de teatro portuguesas e muitas estrangeiras. No plano internacional, para além das deslocações a Espanha e França, desde 2015 participa no Circuito Ibérico de Artes Cénicas, do qual é membro fundador.

Wool – Covilhã Arte Urbana. O Festival WOOL, com 7 edições realizadas na Covilhã até 2020, é resultado de duas paixões partilhadas por Lara Seixo Rodrigues, Pedro Seixo Rodrigues e Elisabet Carceller: a Arte Urbana/Graffiti e a Covilhã, com todo o seu legado no âmbito da indústria têxtil. Evento pioneiro com estas características em território nacional, presta um valioso tributo à história da cidade e à sua identidade, promovendo simultaneamente a reabilitação de áreas urbanas. Desde a sua fundação (2011) que o WOOL recorre às paredes do centro histórico da Covilhã para realizar intervenções com artistas urbanos, nacionais e estrangeiros. Promove também ações de sensibilização paralelas, dirigidas a distintas faixas etárias, confirmando o valor da Arte Urbana enquanto instrumento de reabilitação, valorização da cidadania e transformação social. O festival integra o projeto GOOGLE Arts & Culture desde 2015 e já estabeleceu inúmeras parcerias nacionais e internacionais, em países como Espanha, França, Brasil, EUA, Escócia e Tunísia.

[ESTA LISTA DE PARCERIA ENCONTRA-SE EM ATUALIZAÇÃO]