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A segunda edição do Concurso Internacional de Música Júlio Cardona, promovido e organizado pela Câmara Municipal da Covilhã, decorre de 31 de março a 4 de abril de 2027 e está aberto a músicos de todas as nacionalidades com idades compreendidas entre 18 e 30 anos. As modalidades a concurso são Violoncelo, Trompa e Canto.

A par da valorização e promoção do talento de jovens músicos, o evento presta homenagem ao violinista Júlio Cardona (1879-1950), reavivando e expandindo a memória e o legado de um dos maiores embaixadores culturais da cidade anfitriã.

Com o intuito de dar seguimento e, simultaneamente, de renovar a reconhecida tradição da cidade da Covilhã de promover concursos internacionais de música – lembro com orgulho e até com uma certa nostalgia, por exemplo, o Concurso de Piano Cidade da Covilhã, que teve lugar entre os anos 70 e 90 do século passado, e o Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona, que decorreu entre 1997 e 2015 – nasce o Concurso Internacional de Música Júlio Cardona, do qual tenho o prazer e a honra de ser Diretor Artístico. Assumindo esta responsabilidade com total compromisso e motivação, é impossível não lembrar o inspirador e notável legado do Maestro Campos Costa (1929-2022), e muito especialmente a sua entrega genuína à promoção e desenvolvimento de causas culturais na cidade.

A primeira edição do concurso propõe um formato remodelado, no qual fiz questão de incluir a categoria de Violino, como homenagem ao patrono do próprio concurso, Júlio Cardona, e a modalidade de Piano, em ambos casos oportunidades para celebrar a herança histórica dos antigos concursos já mencionados. A inclusão de uma categoria dedicada a um instrumento de sopro, neste caso a Flauta, sublinha o caráter multidisciplinar do evento, proporcionando também uma oferta artística apelativa e diferenciada para o público.

A segunda edição do CIMJC, em 2027, regista um crescimento estrutural e é oportuno destacar diversos âmbitos sintomáticos de expansão: os eventos e atividades paralelas, que lhe atribuem um caráter mais diferenciado, mais abrangente e mais social; a clara aposta na criação contemporânea com as encomendas de obras a três excelentes compositoras portuguesas; o aumento de apoios e parcerias; a internacionalização do júri, com membros radicados por toda a Europa ou nos Estados Unidos da América.

Em nome de todos os intervenientes, deixo o mais sincero convite para desfrutar de um evento que prestigia a Covilhã, a sua arte de bem receber e a paixão dos covilhanenses pela arte musical.

Bruno Borralhinho, Diretor Artístico

Calendário e Programa

O concurso é composto por três rondas obrigatórias:

Pré-seleção, envio de vídeo: 1 a 30 de novembro de 2026.
 
Ronda principal (8 concorrentes em cada categoria)
VIOLONCELO: Quarta-feira, 31 de março de 2027, 14:00-22:00h, Teatro Municipal da Covilhã
TROMPA: Quinta-feira, 1 de abril de 2027, 10:30-18:00h, Teatro Municipal da Covilhã
CANTO: Sexta-feira, 2 de abril de 2027, 11:30-18:00h, Teatro Municipal da Covilhã.
 
Final (3 concorrentes em cada categoria)
VIOLONCELO: Sábado, 3 de abril de 2027, 10:00-12:30h, Teatro Municipal da Covilhã
TROMPA: Sábado, 3 de abril de 2027, 15:00-17:30h, Teatro Municipal da Covilhã
CANTO: Sábado, 3 de abril 2027, 21:00-22:45, Teatro Municipal da Covilhã.

Concerto de laureados e cerimónia de entrega de prémios
Domingo, 4 de abril de 2027, 15:00h, Teatro Municipal da Covilhã.

Para mais informações e detalhes sobre o programa, por favor consulte as Normas de Participação.

Inscrição

1. As inscrições podem ser realizadas entre 1 e 30 de novembro de 2026.
2. Para mais informações e detalhes sobre a inscrição, repertório, etc., por favor consulte o documento “Normas de Participação”, disponível nesta página de internet.
3. As inscrições e respetivos vídeos (pré-seleção) serão posteriormente analisados e avaliados. Os resultados desta análise e avaliação serão comunicados individualmente a todos os inscritos até ao final do mês de dezembro de 2026.
4. As listas finais de admissão incluirão, em cada categoria, 8 concorrentes selecionados para a ronda principal, e até 3 concorrentes em situação de reserva, que podem ser selecionados em caso de desistência de outros concorrentes.
5. Todo o tipo de esclarecimentos deverão ser solicitados exclusivamente por via eletrónica, através do seguinte endereço: juliocardona.covilha(a)gmail.com

Concorrentes

Em janeiro de 2027 será publicada neste espaço a lista definitiva de concorrentes selecionados para a Ronda principal de cada categoria.

Eventos e atividades paralelas

Como parte do seu próprio crescimento e expansão, a segunda edição do CIMJC pretende ser um evento mais envolvente, mais multifacetado e mais próximo do público e da população em geral, oferecendo um impulso criativo ainda mais valioso ao contexto cultural e social da cidade e da região. Neste sentido, entre 31 de março e 4 de abril de 2027 terão também lugar diversos eventos e atividades: concertos, recitais, masterclasses destinadas a alunos das escolas de música da cidade, workshops destinados a públicos vulneráveis em parceria com diversas instituições da cidade, uma exposição sobre Júlio Cardona, etc. O calendário detalhado será oportunamente anunciado neste espaço e nos meios de comunicação.

Arquivo

CIMJC – 1. edição, 25 a 28 de junho de 2025

PREMIADOS
VIOLINO

Primeiro Prémio e “Prémio Solista”: Jieun Son, Coreia do Sul
Segundo Prémio: Basil Alter, Estados Unidos da América
Menção honrosa: Giulia Rimonda, Itália
“Prémio AVA Musical Editions”: Jieun Son, Coreia do Sul
FLAUTA
Primeiro Prémio e “Prémio Solista”: Madalena Lopes, Portugal
Segundo Prémio: Brina Varga, Eslovénia
Menção honrosa: Pawel Niziolek, Polónia
“Prémio AVA Musical Editions”: Madalena Lopes, Portugal
PIANO
Primeiro Prémio e “Prémio Solista”: não atribuído.
Segundo Prémio ex-aequo: Anastasiya Magamedova, Estados Unidos da América e Rodrigo Teixeira, Portugal
Menção honrosa: Anna McCargow, Reino Unido
“Prémio AVA Musical Editions”: Rodrigo Teixeira, Portugal

JÚRI
Mariana Todorova, Afonso Fesch, Claudi Arimany, Paulo Barros, Adriano Jordão, António Rosado, Bruno Borralhinho (Presidente do Júri)

PIANISTAS COLABORADORAS
Dana Radu, Isolda Crespi Rubio, Joana David.

Apoios e Parcerias

A Câmara Municipal da Covilhã, entidade promotora e organizadora do Concurso Internacional de Música Júlio Cardona, agradece o generoso apoio e a parceria de várias entidades e instituições:

BPI – Fundação “la Caixa”
AVA Musical Editions
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Orquestra do Algarve
Orquestra Filarmonia das Beiras
Orquestra Clássica do Centro
Orquestra do Norte
ACBI – Associação Cultural da Beira Interior
Banda da Covilhã

Concurso Internacional de Música Júlio Cardona
31 de março—04 de abril, 2027
Covilhã, Portugal

Normas de Participação


Júlio Cardona (1879-1950)

Júlio Cardona nasceu na Covilhã no dia 29 de Março de 1879, no seio de uma família de músicos, e desde cedo se destacou como aluno do Conservatório Real de Lisboa. Foi membro do Sexteto do Ginásio de Lisboa e  da Orquestra do Real Teatro de São João do Porto, antes de, com apenas 18 anos de idade, integrar a Orquestra do Real Teatro de São Carlos de Lisboa.
Em 1910 foi nomeado para a cadeira de professor de violino no Conservatório Nacional em Lisboa, onde já lecionava desde 1901. Em 1911 fundou e dirigiu a Orquestra de Lisboa, e, em 1919, fundou a Sociedade Nacional de Música de Câmara. Realizou digressões por todo o país e no estrangeiro, colaborando assiduamente com os pianistas Alexandre Rey Colaço, Hernâni Torres e José Viana da Mota, ou o violoncelista João Passos. O compositor Luís de Freitas Branco dedicou-lhe o seu Concerto para Violino e Orquestra.
Desenvolveu também uma interessante atividade como compositor, tendo sido o autor de vários hinos de cunho maçónico. Foi aliás um reconhecido maçon, chegando a ser fundador e “Venerável Mestre” de uma loja maçónica da capital portuguesa. Possuidor de uma reconhecida carreira como solista e pedagogo, Júlio Cardona é considerado como um dos músicos portugueses de maior prestígio do século XX em Portugal. O seu espólio musical encontra-se no Museu Nacional da Música.

Júri

Concurso Internacional de Música Júlio Cardona
31 de março—04 de abril, 2027
Covilhã, Portugal

Carla Caramujo

CARLA CARAMUJO é um dos mais destacados sopranos portugueses da sua geração. Vencedora dos concursos Luísa Todi , Musikförderpreis der Hans-Sachs-Loge (DE), Chevron Excellence, Ye Cronies e Dewar Awards (UK), licenciou-se e concluiu o mestrado na Guildhall School of Music and Drama de Londres e no Royal Conservatoire of Scotland. O seu vasto repetório inclui, entre outros papéis, Gilda em Rigoletto, Clorinda em La Cenerentola, Adele em Die Fledermaus, Lisette em La Rondine, Princesse em L’Enfant et les Sortilèges, Violetta em La Traviata, Adina em L’elisir d’amore, Armida em Rinaldo, Königin der Nacht em Die Zauberflöte, Donna Anna em Don Giovanni, Fiordiligi em Così fan tutte, Lady Sarashina de Peter Eötvös, Flight Controller em Flight de Jonathan Dove e La Princesse em Orphée de Philipp Glass. Desenvolve também uma intensa carreira no âmbito concertístico, apresentando-se em salas como o Barbican Centre, Royal Albert Hall, Smetana Hall, Teatro Mayor, SODRE, Usina del Arte e Gulbenkian, e trabalhando com maestros  e encenadores como Julia Jones, Emilio Sagi, Joana Carneiro, Hannu Lintu, Isaac Karabtchevsky, Nuno Coelho, Ira Levin, André Heller-Lopes e Christian Curnyn. Gravou para as editoras NAXOS e mpmp, e é diretora artística do Festival de Ópera de Óbidos.

José Fardilha

O barítono JOSÉ FARDILHA estreou-se no Teatro Nacional de São Carlos em 1984 na ópera Don Giovanni, cantando posteriormente, no mesmo teatro, em produções de Le Nozze di Figaro, La Bohème, L’Italiana em Algeri, La Traviata, La Cenerentola, Carmen, Manon Lescaut, Gianni Schicchi, Lucia di Lammermoor, La Fille du Regiment, Candide, Der Schauspieldirektor e Rinaldo. Foi vencedor do Concurso Toti dal Monte (Itália), estreando-se no Teatro alla Scala de Milão sob a batuta de Riccardo Muti, numa produção de Lo Frate ‘nnamorato de Pergolesi encenada por Roberto De Simone – regressou para interpretar Schaunard (La Bohème), Schlemil (Les contes d’Hoffmann), Dandini (La Cenerentola) e Prosdocimo (Il turco in Italia). É convidado regular das maiores casas de ópera e festivais do mundo: Wiener Staatsoper, Salzburger Festspiele , Barbican Centre, Ópera de Paris, Staatsoper Unter den Linden, Bayerische Staatsoper, Zurich Opernhaus, Teatro Regio, Teatro La Fenice, Teatro del Maggio Musicale, Teatro de La Maestranza, Deutsche Oper de Berlim, Glyndebourne, etc.. Colaborou com maestros como Abbado, Carignani, Chailly, Corboz, Dmitri Kitajenko, Mehta ou Muti, e possui também uma vasta atividade concertística, destacando-se como um dos cantores portugueses mais importantes de todos os tempos.

Abel Pereira

ABEL PEREIRA é primeiro trompa solista da National Symphony Orchestra de Washington DC, director artístico da Eclipse Chamber Orchestra e maestro principal da Kennedy Center Youth Orchestra. Natural do Porto, licenciou-se na ESMAE com Bohdan Sebestik, fez um mestrado em Frankfurt com Marie-Louise Neunecker e fez pós-graduação em direção de orquestra com Colin Matters na Royal Academic of Music de Londres. Foi premiado na Leeuwarden Internacional Competition, Internationalerwettbewerb Markneukirchen, Concertino Praha, Prémio de Jovens Músicos e European Master-Prize, e gravou para a Sony, EMI, Universal, Deutsche Grammophon, LPO records, Naxos e NSO live. Lecionou na ANSO, ESART, ESMAE e no Peabody Conservatory de Baltimore, e orientou masterclasses no Royal College of Music, Guildhall School of Music, nas Universidades de Miami, Indiana, Lynn, Memphis, Kansas City, UCLA, na HfM Hans Eisler de Berlin, na Manhattan School of Music, Curtis Institute e na Julliard School. Foi primeiro trompa solista da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, tendo sido também solista convidado da Chamber Orchestra of Europe, MusicaEterna, Sinfónica da Radio de Frankfurt, Filarmónica de Berlim, Filarmónica de Londres, Sinfónicas de Dallas e Chicago, e Filarmónicas de Los Angeles e Filadélfia. Dirige frequentemente nos EUA, América do Sul, Europa e Sudeste Asiático.

Cristiana Neves

CRISTIANA NEVES é primeira trompa solista na Orchestre Philharmonique du Luxembourg desde 2024. Anteriormente, desempenhou a mesma função na Rotterdam Philharmonic Orchestra (2019-2021) e na Essener Philharmoniker (2021-2024). Estudou com Nuno Costa na Escola Profissional de Música de Espinho e com Marie-Luise Neunecker na Hochschule für Musik Hanns Eisler Berlin, tendo complementado a sua formação com Ab Koster, Szabolcs Zempléni, Radovan Vlatković e Saar Berger. Entre 2017 e 2019 integrou a Karajan-Akademie da Berliner Philharmoniker, tendo a oportunidade de trabalhar com Stefan Dohr, e de desenvolver uma estreita ligação ao repertório sinfónico e de música de câmara. Paralelamente, foi distinguida em diversos concursos nacionais e internacionais: Concurso Internacional Terras de La Salette, Prémio Jovens Músicos, Spring Prague Competition, International Horn Competition da Dutch Horn Society e Concurso Internacional Leoš Janáček de Brno. Colaborou com orquestras como a Berliner Philharmoniker, Mahler Chamber Orchestra, Deutsches Symphonie-Orchester Berlin, Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin, Kammerakademie Potsdam e San Francisco Chamber Orchestra. Apresentou-se em vários festivais e projetos de música de câmara, dos quais se destacam Heidelberg Frühling, Mecklenburg-Vorpommern Festspiele, Villa Musica e Krzyżowa Music for Europe.

Luís Sá Pessoa

LUÍS SÁ PESSOA é professor de violoncelo na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa. Iniciou os seus estudos de violoncelo no Conservatório Nacional de Lisboa com Pilar Torres, tendo terminado o curso superior em 1983, e estudou interpretação de Música Antiga com Santiago Kastner. Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou com Elias Arizcuran na Escola Superior de Música de Utrecht, na Holanda, onde obteve o diploma de professor de violoncelo. Prosseguiu os seus estudos com Hidemi Suzuki em violoncelo barroco na Academia de Música Antiga de Amesterdão, como bolseiro da Secretaria de Estado da Cultura. Apresentou-se em diversos festivais de música tanto em Portugal como no estrangeiro, e foi membro fundador de diversos grupos de música de câmara, tais como a Capela Real, o Quarteto Lacerda ou o Scherzo Ensemble, entre outros. A sua atividade como professor é altamente reconhecida pelo meio musical português, tendo formado ao longo de várias décadas dezenas de alunos que atualmente realizam carreiras profissionais destacadas, em Portugal e no estrangeiro. Foi membro do júri nos concursos internacionais Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona e Concurso Cidade do Fundão.

Marco Pereira

MARCO PEREIRA é violoncelo solista da Orchestre Philharmonique Royal de Liège, colaborando também como chefe da naipe com a City of Birmingham Symphony Orchestra, a Orquestra de Valência, a Orquestra de Bilbao, a Nederlands Philharmonic ou a Orchestra del Maggio Musicale Fiorentino. Foi violoncelo solista da Orq. Metropolitana de Lisboa (2009-2012) e da Orq. Gulbenkian (2015-2026). Iniciou os estudos de violoncelo na sua cidade natal Viana do Castelo, estudando posteriormente na ANSO com Paulo Gaio Lima e na Escuela Superior de Música Reina Sofía de Madrid com Natalia Shakhovskaya. Frequentou masterclasses com Natalia Gutman, Gary Hoffman, Philippe Muller, Ivan Monighetti, entre outros. É membro fundador do Quarteto de Cordas de Matosinhos, grupo nomeado “Rising Stars” na temporada 2015/2016 do ECHO, realizando concertos em grandes salas como o Barbican, o Concertgebouw ou o Musikverein. Venceu o Prémio Jovens Músicos, o Liezen International Wettbewerb, e foi premiado no Concurso de Interpretação de Estoril e no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona. Tocou a solo com a Orq. Gulbenkian, Orq. Metropolitana de Lisboa, Orq. Sinfónica Portuguesa, Orq. de Joensuu (Finlândia), Orq. do Atlantic Music Festival (EUA), entre outras. Foi professor de violoncelo na Universidade de Aveiro, na Universidade do Minho e na ANSO. É artista Thomastik-Infeld.

Bruno Borralhinho

BRUNO BORRALHINHO é diretor musical do Erzgebirgische Theater e maestro titular da Erzgebirgische Philharmonie, diretor artístico do Ensemble Mediterrain e diretor artístico e presidente do júri do CIMJC. Foi membro da Orq. Filarmónica de Dresden entre 2007 e 2023. Dirigiu, entre outras, a Orq. Sinf. Portuguesa, a Orq. Sinf. do Porto Casa da Música, a Orq. Metropolitana de Lisboa, a Orq. do Algarve, a Filharmonie Bohuslava Martinu (CZ), Orq. de Câmara da Rádio da Roménia (RO), a Guiyang Symphony Orchestra (CN), a Orq. de Cámara de Bellas Artes (MX), a Orq. Sinfônica do Paraná (BR), a Deutsches Kammerorchester, a Berliner Symphoniker, a Orq. Fil. de Dresden (DE), e colaborou com solistas como C. Nylund, T. Erraught, S. Sun, L. Odinius, P. Bruns ou J. Perianes. Como violoncelista, estudou com Truls Mork, Markus Nyikos, Luis Sá Pessoa e Rogério Peixinho, tendo-se licenciado na Universität der Künste der Berlim como bolseiro da F. C. Gulbenkian, e frequentou masterclasses com N. Gutman, A. Meneses, P. Wispelwey, A. Bylsma, J. Wang, M. Ostertag, M. Carneiro e T. Demenga. Obteve o 1.º Prémio no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona em 1999 e o 1.º lugar no Prémio Jovens Músicos. Gravou para os selos discográficos Naxos, Ars e Dreyer Gaido. Master em Gestão Cultural na Universitat Oberta de Catalunya e Doutor em Humanidades – História, Geografia e Arte – na Universidad Carlos III.

Pianistas colaboradores

Olga Vasilyeva

Violoncelo e Trompa

David Ferreira

Trompa

Pedro Lopes

Canto